Ainda não tinha ouvido a música. Espectacular! Como sempre é a Bethania. O poema...não sou fã. Não concordo. As cartas de amor são uma doçura. Álvaro de Campos e Lda. eram, tal como outros registos seus demonstram, insensiveis. Talvez resultado de uma vida de celibato ou de amores platónicos. Mas até nem faz muito sentido: os amores platónicos até costumam ser geradores de lindíssimas e sensiveis cartas de amor.
Ao Anónimo de 24/10/2006: Paixão?! E eu q acho q esta música e poema nada têm a ver com paixão, pelo menos em início...
Ao Anónimo de 25/10/2006: É realmente espectacular a música. Mais espectacular ainda o final: "conservam a memória de seu amor antigo e... inútil!" Mesmo que não se concorde, não deixa de dar q pensar.
P. Trafaria, os amores antigos nunca são inúteis. Serviram para nos ensinar, ou até mesmo para serem ponto de referência e comparação. Nunca são inúteis.Não acha? Como saberemos que vivemos um grande amor se nunca tivermos vivido um pequeno?
4 Diz que disse:
Cheira-me a paixão P. Trafaria! Não veio com a Primavera mas veio com o Verão de S. Martinho! Felicidades.
Ainda não tinha ouvido a música. Espectacular! Como sempre é a Bethania. O poema...não sou fã. Não concordo. As cartas de amor são uma doçura. Álvaro de Campos e Lda. eram, tal como outros registos seus demonstram, insensiveis. Talvez resultado de uma vida de celibato ou de amores platónicos. Mas até nem faz muito sentido: os amores platónicos até costumam ser geradores de lindíssimas e sensiveis cartas de amor.
Ao Anónimo de 24/10/2006: Paixão?! E eu q acho q esta música e poema nada têm a ver com paixão, pelo menos em início...
Ao Anónimo de 25/10/2006: É realmente espectacular a música. Mais espectacular ainda o final: "conservam a memória de seu amor antigo e... inútil!"
Mesmo que não se concorde, não deixa de dar q pensar.
P. Trafaria, os amores antigos nunca são inúteis. Serviram para nos ensinar, ou até mesmo para serem ponto de referência e comparação. Nunca são inúteis.Não acha? Como saberemos que vivemos um grande amor se nunca tivermos vivido um pequeno?
Enviar um comentário